sábado, novembro 27, 2021
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Banco Itaú ‘in love com as criptomoedas’ vai tokenizar ativos do banco e vender na exchange Mercado Bitcoin

O Banco Itaú, um dos principais bancos do Brasil, que já encerrou diversas contas de empresas e pessoas ligadas as criptomoedas, que já declarou que criptoativos são para lavagem de moeda e que defende publicamente uma posição totalmente avessa às criptomoedas, se rendeu a ‘paixão pelas cripto’ e deve tokenizar ativos do banco e vender na exchange Mercado Bitcoin.

Segundo informações da pilastra Broadcast do Estadão, o banco está fechando uma parceria com a exchange para tokenizar um lote de recebíveis do Itaú que serão comercializados dentro da plataforma MB Do dedo Assets, do Mercado Bitcoin.

Ainda segundo o Estadão, a parceria será desenvolvida uma vez que um ‘teste’ para ambos emergirem em novas tecnologias que possam ajudar no desenvolvimento de produtos e soluções, enquanto se aguardam as evoluções regulatórias sobre ativos virtuais.

Por secção do MB, a estratégia integra o projecto de tokenização de ativos transportado pelo MB Do dedo Assets, que foi pioneiro no Brasil na tokenização de precatórios, recebíveis e direitos do mecanismo de solidariedade da FIFA com o Vasco Token.

MB também terá plataforma de NFT

Outra novidade do MB, que o Cointelegraph Brasil já havia avançado, é a participação da exchange no grande mercado de tokens não fungíveis (NFTs). Por meio de sua controladora, a 2TM, a empresa liderou uma rodada de investimento na Tropix, plataforma vernáculo de NFTs comandada por Daniel Peres Chor e Bernardo Schucman.

“Não estávamos pensando em fazer uma rodada ainda, mas com o ritmo mais potente do que prevíamos e o interesse da 2TM antecipamos a captação”, contou Chor ao Pipeline

Além da 2TM a rodada de financiamento contou com a Mago Capital e investidores individuais uma vez que Celso Colombo, da Carpa Patrimonial, Pedro Tourinho, fundador da Map Brasil, Marcelo Sampaio, da Hashdex, Cesar Villares, da Go4it Capital, e Guilherme Weege, do grupo Malwee.

“Esse investimento confere à 2TM a ingressão em um segmento em rápido prolongamento e a possibilidade de oferecer novos ativos digitais na plataforma do Mercado Bitcoin.” disse o CEO da 2TM, Roberto Dagnoni.

Segundo o portal, o marketplace já vendeu mais de 70 obras digitais de artistas brasileiros, com valores que vão de R$ 5 milénio a R$ 75 milénio e agora também quer incluir galerias internacionais na plataforma.

Não foi informado se, assim uma vez que ocorreu com a Traders Club, os clientes da Tropix terão aproximação a plataforma do MB ou se os clientes do MB terão uma conexão direta com a plataforma da Tropix, porém, para o CEO do grupo 2TM, o universo de arte ajuda a expandir o entendimento que as pessoas em universal tem sobre criptoativos.

“O Bitcoin é unicamente um caso de uso dentro de um universo muito mais grande, que inclui diversas categorias de criptomoedas, tokens de utilidades e tokens não fungíveis, as NFTs”, afirmou Dagnoni.

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