Conheça as empresas que vão mudar o jeito de estudar – Época Negócios

A educação está passando por forte transformação (Foto: Thinkstock)

A educação não é mais a mesma. Aprendizado que nunca acaba, mas muda o tempo todo. Aulas sem escola, escola sem diploma, diploma sem papel, papéis trocados. Alunos viram professores, tutores são virtuais, o curso online pode ser do MIT ou de um estranho sentado no bar. Depende do momento, da necessidade da vontade.

A edição de junho/julho de Época NEGÓCIOS traz um especial com as 150 empresas que estão definindo a forma como viveremos até 2030. Assine e tenha acesso à versão digital.

Conheça abaixo as empresas que fazem parte dessa revolução, atendendo as demandas de um novo público com cursos de programação, chatbots de frequência às aulas, plataformas que mapeiam as habilidades dos funcionários e programas que ensinam a criar mundos virtuais, entre outros. Leia, inspire-se, estude.

Trabalho em grupo

GitHub Global Campus - 150 empresas - Educação (Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

GitHub Global Campus | Estados Unidos | Fundação 2016
O Education Github é o braço educacional do Github, maior plataforma de desenvolvimento de software do mundo, comprada pela Microsoft, com mais de 80 milhões de colaboradores. A integração entre os ambientes de educação e execução permite aprender programação na prática. Mais do que provas com nota, diplomas e currículos, o aluno vai construindo uma reputação, conforme suas contribuições para a comunidade, individuais e em equipe, são registradas. Mais do que seguir um roteiro de ensino, a pessoa aprende, em pequenos módulos, conforme seu interesse e necessidade.

Falando com estranhos

CoffeeStrap - 150 empresas - Educação (Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

CoffeeStrap | Holanda | Fundação 2010
CoffeeStrap é ao mesmo tempo uma escola de línguas e uma rede social. Você diz qual idioma quer praticar e a empresa oferece uma lista de pessoas, com foto, idioma e país onde está. Você escolhe alguém e chama para conversar. Assim, a CoffeeStrap oferece um nível de refinamento difícil de encontrar nos cursos tradicionais: é possível exercitar inglês com indianos, australianos, irlandeses ou americanos, por exemplo. Na versão paga, o aluno ganha suporte de professores e acesso a uma lista maior de pessoas.

Manda nugdes

AllHere - 150 empresas - Educação (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

AllHere | Estados Unidos | Fundação 2017
Joanna Smith era professora e sofria quando seus alunos, pré-adolescentes, faltavam à aula. “É uma bola de neve”, afirma. “Uma ausência leva a outras.” Passou então a mandar mensagens de texto, por celular, aos estudantes. Coisa simples: “Você vem?”. Deu certo. Deu tão certo que em 2017 ela resolveu investir US$ 5 mil para criar um serviço de chatbots, que dispara mensagens automáticas adaptadas, por uma inteligência artificial, à realidade de cada aluno. “Quis dar escala e levar para outras escolas a estratégia que estava funcionando para mim”, diz. Depois de amadurecer o projeto no Harvard Innovation Labs, a aceleradora de startups da universidade, os investimentos vieram: até agora, US$ 12 milhões. O serviço se mostrou especialmente útil na pandemia de covid-19, para engajar alunos às aulas remotas. Uma pesquisa mostrou que o AllHere ajuda as escolas a reduzir o absenteísmo crônico em 17% e as reprovações em 38%. Depois de melhorar a presença dos alunos, o chatbot está melhorando a qualidade do ensino.

Qual é o seu talento?

Degreed | Estados Unidos | Fundação 2012
É uma plataforma de gestão do saber. Ajuda pessoas a identificar aonde elas querem chegar na carreira, sugere cursos disponíveis no mercado, apresenta profissionais com os mesmos interesses ou que já chegaram lá, e registra o aprendizado em métricas como o tempo gasto em estudos. Na versão B2B, a Degreed ajuda a mapear as habilidades dos funcionários para planejar trocas de conhecimento e aproveitamento do potencial. A plataforma diz que já ajudou mais de 4 milhões de profissionais, em mais de 250 organizações – do porte de Embraer, HP, Pepsico e Vale.

Curtindo a vida adoidado

Outschool - 150 empresas - Educação (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Outschool | Estados Unidos | Fundação 2015
Antes da pandemia, a Outschool era uma plataforma online com mil professores e 10 mil cursos. Hoje, a quantidade de professores aumentou sete vezes – e a de cursos, 14 vezes. Com a rodada de investimentos ocorrida em outubro, o valor de mercado chegou a US$ 3 bilhões. Para a revista americana Inc., é uma das empresas de educação que crescem mais rápido no mundo. Fundada em 2015, a empresa não se parece com uma escola, e a intenção é justamente essa. O site resume a filosofia da empresa em pilares como: deixe-os liderar, ajude-os a se conectar, aprenda com os melhores, aprenda nos seus termos. Voltados a alunos de 3 a 18 anos, os cursos online gravados ou ao vivo pegam carona naquilo que essas crianças e adolescentes mais gostam, para chegar aos ensinamentos que os seus pais mais desejam. Se tanta gente adora Minecraft, por que não usar o jogo para aprender sobre arquitetura, gestão ou programação de sistemas? Durante a pandemia, a Outschool ajudou pais a distrair filhos trancados dentro de casa. Após a quarentena, a empresa enfrenta a concorrência com outras atividades extraclasse. Mas se diz confiante. “Eu imagino um mundo onde garotos de 12 anos passem metade do tempo de estudo aprendendo uns com os outros”, diz Amir Nathoo, cofundador e CEO. “Há um enorme valor em personalizar o aprendizado e identificar outras pessoas, no mundo inteiro, com os mesmos interesses e o mesmo jeito de aprender.”

Ninguém fica para trás

College Unbound | Estados Unidos | Fundação 2009
O sistema educacional tradicional tende à padronização: alunos de idade e estilo de vida semelhantes seguem uma trilha de módulos encadeados. Quem descola desse padrão, contudo, acaba ficando à margem – da escola e da sociedade. Em 2009, a ONG College Unbound surgiu para incluir quem ficou pelo caminho. Ela ajuda adultos, que tiveram de interromper a faculdade, a retomar seus estudos. Como? Da maneira mais individualizada possível e, ao mesmo tempo, com ganhos de escala. Uma inteligência artificial encontra o melhor mentor para cada estudante. Esses mentores dão orientação educacional e profissional, tiram dúvidas e – às vezes, o mais importante – estão à disposição para conversar. Como exercício de reforço, os alunos desenvolvem projetos práticos. A College Unbound tem conseguido atender estudantes fora do padrão – em 2020, 77% tinham filhos e, em 2021, a média de idade era 36 anos. Dos alunos de 2016, 94% concluíram a graduação.

Especialista em inglês de especialista

Slang | Estados Unidos | Fundação 2013
Você já ouviu que “o chinês é o novo inglês” ou que “programar é o novo inglês”  – e isso é verdade –, mas às vezes as pessoas perdem de vista algo ainda mais importante: aprender inglês aplicado ao universo profissional. Termos específicos são importantes para fechar negócios e desenvolver projetos. O Slang faz isso. É uma plataforma de inteligência artificial para ensino de idiomas dirigido à necessidade do aluno, em universos como assistência médica, finanças, engenharia e tecnologia, entre outros. Desenvolvido no MIT, o serviço promete encurtar o tempo de aprendizado em 61%.

Realidade virtual real

Engage - 150 empresas - Educação (Foto: Shutterstock)

(Foto: Shutterstock)

Engage | Irlanda | Fundação 2014
Desde 2003 a Universidade Stanford oferece o curso Virtual People, para criar universos virtuais. O conteúdo inclui ciência da computação, comportamento humano, arte, engenharia, comunicação, economia, sociologia, filosofia… Uma verdadeira imersão no tema – mas, até 2020, apenas no tema, não na realidade virtual em si. Os alunos aprendiam em salas com mesas, cadeiras e um quadro na parede. Quando a pandemia obrigou todo mundo a estudar de casa, crise e oportunidade se alinharam. Depois de um ano de aulas em teleconferência, o curso sobre mundos virtuais migrou para… um mundo virtual. “Ninguém nunca fez nada remotamente parecido com isso na história. Já existiam grupos de dez pessoas, mas nós estamos reunindo centenas”, diz o professor Jeremy Bailenson, no vídeo em que apresenta a novidade. “Talvez eu ficasse mais tempo na escola se eu tivesse aulas virtuais”, disse Mark Zuckerberg, que largou a faculdade para se dedicar ao Facebook. O elogio é previsível, dado que Mark fabrica os óculos de imersão usados em Stanford, mas amparado em estudos. Segundo a PwC, com aulas virtuais, 40% dos alunos sentem mais confiança em aplicar o que aprenderam, se engajam 150% mais e aprendem 400% mais rápido. Stanford, uma das principais universidades do Vale do Silício, não fez sozinha o curso em realidade virtual. Foi buscar ajuda da Engage XR, uma startup da Irlanda. A empresa foi fundada com foco em educação, em 2014. Hoje, mais da metade dos 139 clientes atuam em outros setores, como BMW, 3M e Unilever. Mas é o educacional que traz os planos mais ambiciosos. Em abril, o CEO, David Whelan, anunciou o plano de criar dez Metaversidades nos Estados Unidos, em parceria com a Meta, holding do Facebook. “Trazemos vários benefícios como plataforma de ensino”, diz Whelan. “E olha que ainda nem tocamos em aprendizado simulado, no qual, em vez de aprender um assunto, o estudante vive a experiência histórica.”

Menor denominador comum

Ekatra - 150 empresas - Educação (Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

Ekatra | Índia | Fundação 2020
A Índia é uma potência na educação básica e no ensino de ciências exatas – lá nasceram os atuais CEOs de big techs como Microsoft, Alphabet, IBM e Adobe. Ao mesmo tempo, é um país pobre, com PIB per capita 72% menor que o do Brasil. Para criar uma ponte entre esses dois opostos, a Ekatra conseguiu o apoio de instituições de ponta, como ONU, Banco Mundial e Google, para desenvolver as melhores formas de ensinar, que demandem o mínimo de recursos dos estudantes. A empresa criou uma plataforma low tech, para chegar a alunos em áreas rurais ou na periferia das cidades, onde o acesso à internet é precário e os equipamentos, pouco sofisticados. No modelo desenvolvido pela Ekatra, o ensinamento vem em microaulas por mensagens de texto ou áudio, acessíveis com apenas um clique, que sequer precisem de um smartphone para serem consumidas. Qualquer celular serve. Segundo a startup, a aposta na simplicidade está funcionando. “Vimos o número de estudantes aumentar 15 vezes, quando trocamos as teleconferências de Zoom por ligações de telefone. Ganhamos 30% de audiência ao trocar o envio de textos por WhatsApp pelo SMS”, diz a empresa. “Nossa missão é levar conhecimento às pessoas, não importam quais forem as circunstâncias.” A Ekatra foi uma das 12 iniciativas escolhidas no WorldClass Education Challenge, promovido em 2021 pelo Fórum Econômico Mundial.

O mais popular da classe

Udemy | Estados Unidos | Fundação 2010
A Udemy é o maior portal de ensino à distância do mundo, com 49 milhões de alunos e 185 mil cursos, em 65 idiomas. Diante de concorrentes, como o Coursera, teve a vantagem de chegar primeiro e se manter mais acessível, ao oferecer cursos grátis e cobrar os pagos individualmente.

Jogos estudantis

Qranio - 150 empresas - Educação (Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

Qranio | Brasil | Fundação 2013
Dá para jogar sozinho, contra um adversário, formar uma equipe e ganhar prêmios. É um jogo? É. E também uma plataforma de ensino. Reconhecido por programas de incentivo a startups do Facebook e do Google, hoje presente na InovaBRA, o Qranio é uma plataforma que ensina biologia, física, matemática e química, além de preparar para o Enem. Além de estar disponível como aplicativo freemium, a plataforma faz parcerias com empresas, como ferramenta de treinamento interno e em ações conjuntas.

Celular na sala de aula

Beenova AI - 150 empresas - Educação (Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

Beenova AI | Inglaterra | Fundação 2014
A Beenova AI foi uma das cem empresas escolhidas pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), em 2022, para integrar a comunidade Technology Pioneers. A startup oferece serviços de inteligência artificial que se integram a ambientes de trabalho em grupo de empresas como Microsoft e Google, e plataformas de ensino. Para os alunos, o sistema funciona como um tutor: faz perguntas para entender suas vontades e dificuldades, e responde com orientações vocacionais, aulas curtas e indicações de conteúdo. Para as escolas, a inteligência artificial fornece métricas de desempenho e de demandas, para apoiar a tomada de decisões, além de customizar a entrega do conteúdo.

VR com plano de saúde

medroom - 150 empresas - Educação (Foto: Divulgação)

 (Foto: Divulgação)

MedRoom | Estados Unidos | Fundação 2017
Várias startups estão levando a realidade virtual para a educação. A brasileira MedRoom se destaca pelo foco: concentrou suas atenções à medicina. Os fundadores, Sandro Nhaia (especialista em computação gráfica) e Vinícius Gusmão (biólogo) dedicaram 24 mil horas a desenvolver dois modelos de corpo humano, mulher e homem, com mais de 8 mil estruturas. Em busca de maior realismo, a startup firmou parceria com instituições como o Hospital Albert Einstein, que ofereceu apoio técnico e tornou-se investidor. Segundo a empresa, trata-se do mais completo modelo do corpo humano em 3D do mundo. “Vamos além do VR. Queremos que nossa solução ajude o mercado em todas as pontas de execução e seja um grande orientador nas situações emergenciais”, diz Sandro. Depois de vencer o prêmio BIG Starter como melhor jogo de educação e o Global Impact Challenge, da Singularity University, em 2020 a empresa foi vendida para a Ânima Educação, por um valor não divulgado.

Ensino profissionalizante

Trampos Academy | Brasil | Fundação 2013
O mercado tem problemas complementares: de um lado, milhares de pessoas procurando trabalho. De outro, empresas com milhares de vagas abertas. Falta treinamento para os candidatos ocuparem esses lugares, mas as escolas tradicionais nem sempre têm agilidade para identificar as demandas e lançar cursos. A Trampos Academy ganha eficiência por ser integrada ao Trampos, um portal de empregos com 680 mil profissionais cadastrados. Seus cursos (há cerca de 50 à venda, por valores que vão de R$ 100 e R$ 1.000) procuram preparar os candidatos para as empresas – e, assim, todos saem satisfeitos. A combinação entre escola e banco de talentos atraiu startups, como QuintoAndar e Wine.com. Essas empresas inovadoras recorrem ao portal para encontrar seus novos funcionários.

Leitura nada silenciosa

Gran Cursos - 150 empresas - Educação (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Gran Cursos | Brasil | Fundação 2013
O Gran Cursos Online, portal brasileiro especializado em cursos de preparação para concursos públicos, entrou para a lista de empresas mais inovadoras da América Latina em 2022. Ao usar inteligência artificial da Amazon Web Services (AWS) para transformar o material didático escrito em arquivos de áudio, o Gran Cursos tornou-se dono do maior acervo do mundo de audiolivros em língua portuguesa, com cerca de 86 mil horas. É tanto conteúdo que, se você resolver escutar tudo, sem parar, vai levar mais de nove anos. E se os textos foram convertidos em áudio, os vídeos ganharam textos – com legendas também geradas por IA. Assim, a escola se tornou mais acessível a quem tem deficiência visual ou auditiva – ou para quem prefere escutar as aulas como se fossem um podcast. “Inovação é obrigação”, diz a empresa, fundada em 2013 pelos empreendedores Gabriel Granjeiro e Rodrigo Calado.

Diploma pendurado na nuvem

Hyland Credentials - 150 empresas - Educação (Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

Hyland Credentials | Estados Unidos | Fundação 2012
Por mais de um século, pessoas no mundo inteiro sonharam em pendurar na parede um diploma do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Agora, não mais. O prestígio da instituição, de 1861, continua altíssimo – é a melhor universidade do mundo, pelo décimo ano seguido, segundo o QS World University Rankings. Mas o diploma evoluiu. Em parceria com a startup Hyland Credentials, o MIT passou a emitir diplomas em blockchain para cursos de graduação e pós-graduação. Com uma carteira digital, o aluno pode gerar documentos, verificáveis pela instituição. O app gera uma chave pública, enviada ao MIT, e uma chave privada. Sem precisar pedir no balcão da secretaria, e à prova de falsificações. O plano da Hyland é incorporar ao blockchain outras conquistas acadêmicas. O projeto não é uma unanimidade no mundo acadêmico: pesquisadores discutem se a facilidade de acesso aos dados do aluno pode se voltar contra ele. Das principais universidades, o MIT é o mais adiantado no plano de transformar histórico escolar, diploma universitário e currículo do LinkedIn numa coisa só.

Minutos de sabedoria

Crehana - 150 empresas - Educação (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Crehana | Peru | Fundação 2015
Uma das dez empresas mais inovadoras da América Latina em 2022, a peruana Crehana é uma plataforma de educação à distância. Seus mais de mil cursos chamam a atenção pelo foco em indústria criativa, pelos baixos preços do conteúdo pago e pelo ensino em pílulas: módulos com duas horas de duração são fatiados em pedacinhos de poucos segundos.

Peacegen | Indonésia | Fundação 2007
A revolução da educação não vem apenas na forma, mas no conteúdo. A Peacegen ensina um assunto urgente: paz. Segundo a empresa, 90% dos conflitos atuais são antigos e se arrastam, por gerações, devido à falta de habilidade de negociação.

Minerva | Estados Unidos | Fundação 2012
A Minerva tenta se destacar nos EUA como universidade de prestígio – tarefa difícil, diante de pares como Stanford e MIT. Ela adota formas inovadoras de avaliação: os comentários em sala de aula ganham nota e ajudam a formar um mapa de conhecimentos da vida acadêmica.

Stanlab | Nigéria | Fundação 2018
A falta de laboratórios é um problema nas escolas da Nigéria (o país ocupa o 161º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano, enquanto o Brasil é o 84º). Para aliviar essa carência, o Stanlab é um laboratório virtual: uma espécie de jogo 3D, em que o aluno faz experimentos.

It’s Learnable | África do Sul | Fundação 2020
A It’s Learnable oferece tecnologia de ponta para colégios da África do Sul. Podem ser explicações em realidade aumentada, para smartphones, ou inteligência artificial para ajudar os professores a criar questionários e analisar o desempenho dos alunos.

Clio | Estados Unidos | Fundação 2013
O aplicativo leva informações históricas para onde a curiosidade é maior e o aprendizado, mais efetivo: diante de pontos turísticos. Voluntários produzem conteúdo e professores revisam. De um jeito simples, a plataforma reúne cerca de 40 mil explicações.