sexta-feira, janeiro 21, 2022
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Covid-19: Estudo diz que brasileiros sentem seguros com a vacinação – Dourados Agora

Dependência Brasil – São Paulo

Um levantamento feito a pedido da Pfizer Brasil e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) mostrou que o sentimento de segurança gerado com o aumento na taxa de imunização contra a covid-19 abrange 75% dos 2 milénio entrevistados. Outros 20% disseram se sentir inseguros, enquanto 86% afirmaram ter muito ou um pouco de terror de que haja uma novidade vaga da doença.Covid-19: Estudo diz que brasileiros sentem seguros com a vacinação

As perguntas fazem secção da pesquisa “Vacina. Tomar para retomar” e foi respondida pela internet por pessoas com 16 anos ou mais, nas regiões Setentrião, Nordeste, Sudeste, Sul e Núcleo‐Oeste, entre os dias 19 e 29 de outubro de 2021.

Também será feita uma campanha de mesmo nome com a exposição da Bandeira da Retomada, criada pelo artista plástico paulista Didu Losso, a pedido da Pfizer, para simbolizar a esperança e o otimismo gerados pelo progressão da imunização no Brasil. A teoria é primar o papel fundamental das máscaras no enfrentamento da pandemia e lembrar que ainda é preciso usá-la. A bandeira ficará exposta entre os dias 12 e 18 de novembro na ingressão da Shopping Center 3, na Avenida Paulista.

Segundo o resultado do questionário feito para entender as expectativas e os aprendizados dos brasileiros para o cenário pós‐pandemia, as sensações despertadas pela ampliação da vacinação no país são de impacto positivo: esperança em primeiro lugar com 29%; seguida por otimismo com 24%; e conforto com 16%. Só esses três sentimentos somam 69%.

Os dados mostram ainda que há grande expectativa pela retomada nos próximos meses. Entre as atividades os entrevistados pretendem resgatar em primeiro lugar, com 40% das respostas, a chance dos encontros mais frequentes com a família e/ou amigos e a vontade de frequentar espaços fechados, uma vez que shoppings, cinemas, teatros, restaurantes, academias e igrejas.

Em seguida, com 35%, frequentar espaços abertos uma vez que parques, praças, praias; viajar com 32% e ir a eventos de aglomeração uma vez que shows, festas e estádios com 23%, ao passo que 18% citaram cursos presenciais e 16% trabalho presencial. Ainda há 15% afirmando que já voltaram a realizar todas as atividades normalmente.

“Esses dados positivos revelam o reconhecimento da população em relação à imposto da ciência para a saúde em universal. Graças às novas vacinas contra a covid-19 vidas estão sendo poupadas e podemos retomar aos poucos a nossa rotina. Mas vale lembrar que a pandemia ainda não acabou. Portanto é de extrema preço que as medidas de prevenção ainda sejam mantidas”, disse a líder médica da extensão de vacinas da Pfizer Brasil, Júlia Spinardi.

O levantamento mostrou que para 64% dos internautas a população está mais consciente sobre hábitos de saúde e higiene para a prevenção de doenças depois de passar por uma pandemia.  Entre hábitos adquiridos os de maior verosimilhança de serem mantidos em seguida o termo da pandemia são o uso do álcool em gel (58%); lavar as mãos incessantemente ou ao chegar em qualquer lugar (55%); o uso de máscaras, mesmo que eventualmente (40%) e distanciamento social, evitar aglomeração e contato físico desnecessário (31%).

“Com o passar do tempo, muitos hábitos serão relaxados e até abandonados, uma vez que o distanciamento e a lavagem tão frequente das mãos. Talvez a maior prelecção que fique será os indivíduos com sintomas gripais terem mais preocupação com o próximo, usando máscaras em locais fechados ou transporte público. A conscientização sobre os riscos para grupos mais vulneráveis deve trazer mudanças de comportamento também”, afirmou o infectologista e diretor da SBIm, Renato Kfouri.

Pelo menos 72% dos participantes da pesquisa disseram que as fake news atrapalham a vacinação; 49% afirmaram não compartilhar conteúdos sobre o tema quando não têm certeza de que são verdadeiros ou mesmo quando sabem que é real. Já 46% declararam compartilhar, mas só depois de confirmar a verdade em jornais, sites ou com médicos e profissionais de saúde, enquanto exclusivamente 2% dizem compartilhar mesmo sem saber se é verdade.

Questionados sobre quais as principais fontes onde costumam buscar informações sobre vacinação, 60% respondem em órgãos oficiais (uma vez que Ministério da Saúde, Secretarias de Saúde, Anvisa e Organização Mundial da Saúde, sociedades médicas ou científicas); 53% com profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) e 36% nos veículos de informação (rádio, TV, revista, jornal e internet).

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