Criptomoedas podem desestabilizar nações, diz Hillary Clinton

Hillary Clinton, política norte-americana, afirmou que criptomoedas podem enfraquecer moedas uma vez que o dólar e desestabilizar nações, começando pelas pequenas e com potencial de atingir maiores. A fala ocorreu nesta sexta-feira (19) durante evento online promovido pelo Bloomberg.

Conforme a inflação vem afetando muitos países, incluindo os EUA com o dólar e sendo mais severa outros pequenos, muitas pessoas estão buscando o BTC uma vez que proteção. E isso está sendo feito por todos, desde pessoas de baixa renda até o CEO da Apple.

O curioso é que a fala de Hillary parece estar alinhada com a postura de Bancos Centrais. Estes emitiram comunicados alertando sobre a volatiliade do Bitcoin, e outras criptomoedas, nesta semana.

Bitcoin tem chamado a atenção de políticos

Embora tenha sido a mulher a receber mais votos durante a corrida presidencial dos EUA de 2016, Hillary Clinton acabou sendo derrotada por Donald Trump que assumiu o missão entre 2017 e 2021.

Nesta sexta-feira (19), Hillary mostrou-se preocupada com a popularidade que as criptomoedas estão tendo, podendo simbolizar uma prenúncio ao dólar uma vez que moeda utilizada uma vez que suplente de valor mundial. Muito disso se deve ao indumentária da inflação dos EUA, muito uma vez que pela melhor política monetária do BTC, maior criptomoeda do mundo, que limita o número sumo de moedas em 21 milhões.

“Mais uma extensão à qual eu espero que os Estados comecem a prestar mais atenção é a expansão das criptomoedas, pois o que parece ser um esforço muito interessante e um tanto exótico para literalmente minerar novas moedas para portanto negociar com elas tem o potencial de enfraquecer moedas [fiduciárias], por enfraquecer o papel do dólar uma vez que moeda de suplente, por desestabilizar as nações, talvez começando pelas pequenas, mas indo muito mais além”, disse Hillary Clinton

A fala de Hillary também aponta que as criptomoedas podem desestabilizar nações, começando pelas pequenas. Muito disso se deve, novamente, a inflação que é ainda maior em países pequenos nos quais os cidadãos não tinham escolha a não ser usar uma moeda pátrio que só perde poder de compra ao longo dos anos.

Bancos Centrais também emitiram avisos nesta semana

Um ponto curioso é que a fala de Hillary parece estar alinhada as posturas dos Bancos Centrais. Nesta semana, tanto o Banco Meão Europeu (BCE) quanto o Banco Meão da Austrália (RBA) emitiram opiniões sobre criptomoedas.

Suas notas mostravam a preocupação das pessoas em relação a inflação de suas moedas, e de alguma maneira tentavam menosprezar o Bitcoin, que vem sendo usado uma vez que proteção à sentimento estatal de novas moedas.

Nesta manhã de sexta-feira, tanto o BTC quanto outras criptomoedas ainda estão operando em queda depois uma semana agitada. Todavia, apesar da queda semanal de tapume de 10%, o Bitcoin ainda está com uma capitalização de mercado superior a 1 trilhão de dólares.