sábado, novembro 27, 2021
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Flexibilidade e atualização são pré-requisitos para curso em tecnologia – Pequenas Empresas Grandes Negócios

startup, empreendedorismo, empresa, empreender, jovens, millenial, millenials, inovação (Foto: Reprodução/Unsplash )

Ser versátil, escoltar as tendências do mercado e ter uma cultura de jacente aprendizagem são características essenciais para os candidatos às novas profissões. Para Luciano Montezzo, da 99Hunters, a curso do porvir é desafiadora. “Antes, as habilidades não eram tão amplas. Hoje, o profissional precisa saber e estudar a fundo vários assuntos. Por isso, as pessoas precisam ser flexíveis para escoltar o mercado.”

Gustavo Previatto, de 32 anos, é um exemplo dessa mudança provocada pela revolução tecnológica. Formado em Matemática, ele tinha planos de fazer mestrado e se tornar pesquisador ou professor da material. Mas sua vida tomou outros rumos quando conseguiu um estágio no Itaú. Ali, teve o primeiro contato com o mundo de tecnologia e dados.

O interesse pelo matéria o levou a estudar mais sobre esse universo. Sozinho, pesquisou materiais disponíveis na internet, aprendeu a programar e conseguiu um trabalho na Empiricus porquê exegeta de BI (lucidez de negócios). Hoje, é profissional em “machine learning” – profissional que programa, desenvolve e “treina” máquinas com capacidade de aprenderem de forma autônoma. “Valeu muito a pena mudar de curso. Eu paladar e pagam muito”, diz Previatto.

Uma propriedade generalidade desses profissionais é o desapego e a facilidade em mudar estratégias e o rumo do trabalho. A observador de computação Daniela Canuta, de 32 anos, pretendia fazer um mestrado, mas largou tudo e foi fazer um curso de big data. Hoje, ela trabalha na startup Olívia porquê engenheira de lucidez sintético e de “machine learning”. “Essa é a profissão do porvir, pois quase tudo a máquina consegue fazer. Hoje, o oferecido é o novo ouro, mas você precisa reunir contexto a ele.”

Maurício Batista, de 29 anos, sabe muito o que é isso. Formado em Engenharia Social, hoje ele trabalha na estudo de dados para resolver problemas das empresas. Ele trabalhou três anos na dimensão de construção social, com projetos e construção de estações de chuva. Com a crise do setor, ele migrou para a dimensão de consultoria de negócios e, hoje, está na Neon na dimensão de operação de negócios. 

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