sábado, novembro 27, 2021
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Governo irá produzir novo Mercê de R$ 400 para os caminhoneiros

Governo irá produzir novo Mercê de R$ 400 para os caminhoneiros Além de ajustar um harmonia para modificar a regra do teto de gastos (que condiciona a variação das despesas à inflação), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou ontem a geração de um favor para caminhoneiros – sem informar a natividade dos recursos. “Números serão apresentados nos próximos dias, vamos atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 milénio caminhoneiros receberão ajuda para recompensar aumento do diesel”, afirmou o presidente, em evento em Sertânia (PE).

Segundo apurou o Estadão/Broadcast com duas fontes do governo, a ajuda deve ser de R$ 400 a ser paga de dezembro de 2021 a dezembro de 2022. Embora Bolsonaro tenha citado o potencial de 750 milénio beneficiários, a reportagem apurou que o público final ainda vai depender do número de caminhoneiros autônomos ativos no cadastro da ANTT (Dependência Pátrio de Transportes Terrestres). Esse número varia entre 700 milénio e 850 milénio.

O dispêndio estimado pelo governo com o programa é de muro de R$ 4 bilhões. O valor final ainda vai depender de negociações com o Congresso Pátrio e da disponibilidade no Orçamento.

A avaliação dentro do governo é de que o “auxílio diesel” é melhor do que uma mudança na política de preços da Petrobras, o que representaria, segundo uma natividade, “mediação” na estatal. A ajuda não terá relação com o Auxílio Brasil, que também deve remunerar R$ 400 até dezembro de 2022. Na extensão econômica, técnicos foram pegos de surpresa com o pregão.

Desabastecimento

A resguardo do auxílio diesel inclui o argumento de que os caminhoneiros são um gavinha importante da prisão produtiva, e um peso excessivo dos combustíveis no bolso deles poderia gerar risco de desabastecimento.

No início da semana, a Frente Parlamentar Mista dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas notificou o governo e o Legislativo sobre suas reivindicações e o aviso de paralisação a partir de 1º de novembro. O presidente da Frente, deputado federalista Nereu Crispim (PSL-RS), disse ainda não ter sido informado oficialmente sobre o auxílio.

Crispim disse que, mesmo desconhecendo a medida, entende que os caminhoneiros não querem nenhum tipo de “auxílio esmola” e ressaltou: “Eles querem resolver a taxa que é ampla e passa pela política de preços para combustíveis da Petrobras”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Manancial: Economia Uol






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