sábado, novembro 27, 2021
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Lugar de lixo não é no mar – Idade Negócios

Expedição Voz dos Oceanos traz à tona o debate sobre descarte de resíduos e consumo consciente em prol da proteção e resguardo da vida marinha (Foto: Divulgação)

Cooperativas de cidades litorâneas recolhem plásticos descartados, impedindo que acabem indo parar no oceano. Em seguida, esse material é separado e guiado para reciclagem para se transformar em matéria-prima para a constituição de novas embalagens plásticas, uma vez que tampas de perfume.

Assim nasce segmento da embalagem de Kaiak, da Natureza. Dessa iniciativa, 10 toneladas de plástico reciclado já foram utilizadas nas embalagens de Kaiak Oceano até o momento, o que equivale a 335 milénio garrafas plásticas de 1 litro que deixaram de ir parar no meio envolvente. E a meta é aumentar ainda mais esse volume.

A Natureza ainda investe em inovação, com um time focado em ecodesign. A estética dos produtos é valorizada, porém, ao mesmo tempo, são criadas alternativas de menor impacto ambiental.

Assim, a marca consegue desenvolver produtos sustentáveis de modo que as embalagens tenham novas funções no pós-consumo. Secção dos frascos de perfumaria, por exemplo, tem válvula rosqueada, que permite que o recipiente seja separado da tampa, facilitando a reciclagem.

“Com Kaiak Oceano, buscamos mostrar que é verosímil fomentar a masmorra de reciclagem e evitar a produção de mais resíduos, que em grande segmento, poluem as águas”, afirma Fernanda Rol, diretora de marketing da Natureza. Mas oriente foi só o prelúdios! A ação já se expandiu para o Kaiak Clássico Masculino e para 2022 teremos o grande lançamento do ano, o Kaiak Vital.

E não é de hoje que a empresa procura se engajar na agenda de redução dos resíduos. Em 1983, a marca foi pioneira em incluir os refis em seu portfólio. Sozinhos, os refis Natureza evitam o descarte de mais de 3 milénio toneladas de resíduos, o que equivale ao lixo gerado todos os dias por muro de 5, 5 milhões de pessoas. Ou por outra, evita também a emissão de 8 milénio toneladas de gases, o equivalente às emissões de carbono geradas em 1.395 viagens ao volta da Terreno.

Indo mais além, a Natureza tem estabelecido metas cada vez mais ambiciosas em relação ao meio envolvente: até 2030, a empresa deve tornar 100% de suas embalagens recicláveis, reutilizáveis ou biodegradáveis; e 50% de todo o plástico usado deverá ter sua origem na reciclagem pós-consumo.

O plástico é um dos materiais que mais geram preocupação em relação à poluição das águas. Um estudo publicado em junho pela revista científica Nature Sustainability mostra que 80% do lixo marítimo global é formado por plástico. E mais assustadora é a projeção da Instalação Ellen MacArthur de que até 2050 haverá mais plástico do que peixes no mar.

A Natureza acredita que é verosímil unir venustidade e menos resíduos. Por isso, está endereçando mais compromissos nessa agenda, tendo uma vez que uma das suas causas: Mais Formosura, Menos Lixo. A meta é zerar o desperdício e coletar mais resíduos do que a quantidade gerada a partir de produtos inovadores e programas de logística reversa. A empresa acredita que uma marca de venustidade pode unir consumo consciente, oferecendo o supremo, usando o mínimo e reduzindo excessos.

Discussão ao mar

A Natureza é uma das patrocinadoras da Expedição Voz dos Oceanos, liderada pela Família Schurmann, que já está no mar e continuará navegando em sua embarcação sustentável até 2023, com espeque do Programa das Nações Unidas para o Meio Envolvente.

Kaiak é a marca que representa a Natureza nessa expedição, dos quais objetivo é testemunhar e registrar o que acontece no oceano, buscar soluções que possam mudar o cenário e conscientizar as pessoas ao volta do mundo para as necessidades de ações urgentes.

A trajetória, iniciada em agosto, em Balneário Camboriú (SC), deve seguir por 60 destinos – incluindo a costa brasileira, Estados Unidos, México, América Medial e Novidade Zelândia –, trazendo registros das condições dos mares. A bordo, estão Vilfredo, Heloisa e o fruto Wilhelm, que ganha a companhia dos irmãos Pierre e David em determinados trechos. Além da família, Voz dos Oceanos conta ainda com os tripulantes Erika, Carmina, Alan e Jeferson.

“É preciso entender que não existe ‘jogar fora’, tirando o problema do lixo de vista, pois tudo converge para um mesmo lugar: o nosso planeta. E essa situação vai além da tartaruga e do golfinho. É a vida humana que está em jogo. Ter a bordo uma empresa que se preocupa com essa questão, buscando soluções que ajudem a volver esse cenário nos deixa ainda mais animados”, explica David Schurmann, um dos líderes, em relação à parceria com a Natureza.

A expedição lança aos quatro ventos a verdade sobre a poluição dos mares, trazendo à tona o debate inadiável sobre descarte de resíduos e consumo consciente, convocando todos a trespassar em resguardo dos oceanos, protegendo a vida marinha e o nosso porvir.

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