Resumo Cripto: As notícias que movimentaram a semana no mercado de criptomoedas

Mercado tem semana agitada, preço das criptomoedas continuam em queda forte e tudo indica que mais um projeto cripto tem possibilidade de falir. Veja essas e outras notícias que não saíram da cabeça dos investidores. Acompanhe também uma análise dos preços das principais moedas digitais.

Inflação alta e possível “falência” de empresa derruba mercado de criptomoedas

A queda que iniciou na sexta-feira (10), após um anúncio dos Estados Unidos, sobre a inflação que atingiu nível recorde dos últimos 40 anos no país, continuou durante o fim de semana e se intensificou nesta segunda-feira (13) no mercado cripto. O preço das principais moedas digitais agora sente o impacto de uma possível insolvência do projeto Celsius, serviço bancário descentralizado, que pode “falir”.

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CEO da Binance diz que ainda não recebeu intimação de investigação da empresa

Segundo a Bloomberg, a SEC (Securities and Exchange Commission), um órgão federal independente de regulamentação e controle dos mercados financeiros dos Estados Unidos, está investigando a Binance por irregularidades com a venda da criptomoeda BNB em 2017. Changpeng “CZ” Zhao, fundador e CEO da Binance, relatou neste domingo (12) que a SEC, está “fazendo perguntas” sobre o token BNB, mas que a exchange ainda não recebeu um documento oficial de intimação.

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Moeda digitais emitidas por bancos privados no Brasil não terão 100% de lastro

Após a criação do Real Digital previsto para ser lançado no segundo semestre de 2022, os bancos poderão usar os depósitos dos clientes para emitir mais de suas próprias moedas digitais (conhecidas como tokens ou “stablecoins”). Isso quer dizer que nem toda moeda emitida pelo sistema bancário terá lastro 100% garantido no real digital. A obrigatoriedade com só será exigida para empresas de pagamento.

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Como a inflação e as taxas de juros influenciam o setor de criptomoedas?

De março de 2020 até novembro de 2021 o preço do Bitcoin subiu cerca 1.600%. Outras moedas digitais acumularam alta ainda maior, como a Cardano, que subiu cerca de 9.500%. Contudo, essa fase de alta passou; atualmente as criptos já acumulam queda superior a 70%. E para o analista Andrey Nousi, ex-vice-presidente do banco de investimentos JPMorgan, a elevação das taxas de juros em bancos centrais de todos o mundo (inclusive a nossa Selic), deve manter o período de baixa no setor. Isso explica como a inflação e a taxa de juros influencia o setor.

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Elon Musk acha que criptomoedas já eram e aponta qual o próximo setor a “morrer”

O homem mais rico do mundo, Elon Musk, é fã confesso de criptomoedas, especialmente da Dogecoin, o ativo-meme que tem como mascote um cachorro. E, assim como costuma fazer com outros assuntos, nesta semana ele destilou uma polêmica opinião sobre a atual desvalorização das moedas digitais. E mais: em uma postagem no Twitter, também apontou que o mercado imobiliário será o próximo setor da economia a colapsar.

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Fechamento semanal dos preços das criptomoedas

Bitcoin, a principal criptomoedas, tentando resistir a uma dos piores períodos dos últimos anos. Nos últimos sete dias a moeda digital acumula uma desvalorização superior aos 20%. Atualmente está sendo negociada por US$ 20.600 (R_jobs(data.conteudo)nbsp; 106.000), depois te der iniciado a semana por US$ 26.500 (R$ 136.500)

A Ethereum, segunda maior cripto, seguiu o líder Bitcoin e também passa por uma forte desvalorização nos preços. A criptomoeda atualmente é negociada por US$ 1.100 (R$ 5.600), nos últimos sete dias acumula uma queda de 23%. A moeda digital começou a semana sendo cotada por US$ 1.430 (R$ 7.370)

A Binance Coin caiu 14,5% na semana, sedo negociada atualmente por US$ 217 (R$ 1.120). Dogecoin, a criptomoeda preferida de Elon Musk, acumula queda de 10% nos últimos sete dias, a US$ 0.05 (R$ 0,26).