sábado, novembro 27, 2021
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Seguros mantêm desenvolvimento com agosto acumulando 14,7%

Mantendo o desenvolvimento, o setor segurador fechou com taxa acumulada no ano de 14,7%. “O comportamento do mês, que teve redução de 4,3%, foi influenciado pelos planos de concentração VGBL e PGBL, mas a boa evolução deles e também positiva dos demais ramos de seguros continua a provar consistência setorial”, explica o Presidente da Confederação Vernáculo das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em seu editorial na novidade edição da Ensejo CNseg (nº 55).

Os dados dos oito primeiros meses do ano já refletem a confrontação com uma base maior em 2020, já que registrou evolução contínua a partir do mês de junho. A arrecadação global acumulada foi de R$ 198,8 bilhões, sem Saúde e sem Dpvat.

A tendência é de taxas acumuladas expressivas, porém progressivamente menores. Esse movimento ainda mostra desempenhos desiguais entre segmentos e efeitos de ciclos curtos de produtos, a exemplo do ciclo dos planos de concentração VGBL, que haviam desenvolvido 23,2% na confrontação anterior de sete meses e agora apresentaram desenvolvimento menor de oito meses, de 17,2%, em função da queda mensal”, avalia Marcio Coriolano.

Para efeitos comparativos com outros setores da economia, e de convenção com as Pesquisas Mensais do IBGE, em agosto a indústria caiu 0,6% e o negócio ficou inabalável. “O nosso desempenho setorial em agosto contra agosto de 2020 foi superior ao desses outros setores de atividades, de 2,4%”, destaca Marcio Coriolano. De janeiro a agosto de 2021, em relação aos oito primeiros meses de 2020, os segmentos de Danos & Responsabilidades apresentaram aumento de 15,2%, Vida & Previdência 15,5% e Capitalização,7,4%. “O efeito precaucional contra riscos continua despertando maior interesse da população por ramos de seguros com coberturas diretamente correlacionadas à proteção de patrimônios e pecúlios para a família”, destaca o presidente da CNseg.

As taxas de desenvolvimento acumuladas nos primeiros oito meses do ano contra 2020 foram maiores do que as apresentadas no mesmo período de 2020 comparado com 2019, ainda que aquele primeiro tenha tido dois meses que não foram afetados pela enunciação da pandemia – janeiro e fevereiro”, contextualiza Marcio Coriolano.

Em termos absolutos, o setor de seguros agora está R$ 9,8 bilhões supra da arrecadação dos últimos oito meses de 2019 anteriores ao surgimento da pandemia no Brasil. Mirando os próximos quatro meses de 2021, projeções mais firmes dependem agora do efeito da subida da inflação e dos juros sobre a vida econômica, mormente sobre os orçamentos das famílias”, explica o presidente da Cnseg.

Ele avalia que na ótica de 12 meses móveis, que é a melhor medida tendencial, o desenvolvimento anualizado permanece em dois dígitos, com 11,4% (11,9% em julho, 12,0% em junho, 11,0% em maio e 6,3% em abril)

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